Na última quinta-feira (14), um avião de pequeno porte caiu na zona rural de São Sebastião do Passé, matando o piloto da aeronave. Esse não foi o único acidente aéreo em território baiano em 2024. Além dele, outros quatros foram registrados até agora no estado.
Antes mesmo de março acabar, o número já supera todos os registros de 2023, quando, segundo o panorama divulgado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), administrado pela Força Aérea Brasileira (FAB), três acidentes foram contabilizados no estado.
Ao Metro1, a FAB explicou que, entre os quatro registros deste ano, dois acidentes não tiveram fatalidades, característica que foi observada em uma terceira ocorrência, em que “houve três fatalidades, envolvendo um tripulante e dois passageiros” na cidade de Barreiras, no oeste da Bahia. O panorama do Cenipa ainda não contabilizou o acidente mais recente no estado, que ocorreu em um trecho da BR-110 em São Sebastião do Passé.
A Bahia ocupa o quinto lugar do ranking nacional de número de ocorrências aéreas em 2024, com 52 ao todo. O estado está atrás do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, que lidera a tabela com 137 casos computados.
Esforço pela segurança
O professor adjunto do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Guilherme Begnini, explicou como funciona o processo de fiscalização no setor aeronáutico, a pedido do Metro1. Begnini afirmou que “todos os aviões e helicópteros autorizados para realizar voos comerciais atendem critérios bem rigorosos de segurança”, com a vigilância da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
O professor, que também possui doutorado em Engenharia Aeronáutica pela Universidade de Manchester, ainda defendeu a segurança das aeronaves, ao compará-las com outros meios de transporte, como carros e ônibus.
“A queda de um avião com muitos passageiros a bordo pode gerar mais vítimas fatais do que um acidente rodoviário. No entanto, as estatísticas de acidentes aéreos indicam um número bem mais baixo de fatalidades”, acrescentou.
“Acidentes aéreos são cuidadosamente investigados e as causas são divulgadas de forma aberta, buscando-se evitar que problemas similares ocorram novamente”, concluiu o engenheiro.
Por Metro1
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