A partir de agora, Feira de Santana poderá avançar em estratégias de sistemas de transportes globais e integrados com a criação da SEMOB, Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana. A Lei Complementar que modifica a nova estrutura organizacional e extingue a SMTT (Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito) foi sancionada hoje, 28, pelo prefeito Colbert Filho.
À frente da nova pasta, o secretário Sérgio Carneiro avalia que a Câmara Municipal contribuiu de forma inédita ao aprovar o Projeto de Lei Complementar Nº 009/2023, de autoria do Poder Executivo, que concede ao Município oportunidades para pleitear linhas de financiamento público e privado voltadas ao desenvolvimento de projetos de mobilidade urbana, além de melhorar os existentes e viabilizar novos.
“Respeitamos os prazos regimentais e a maturação do projeto na Casa Legislativa. Agora, de fato, temos o instrumento que habilita Feira a buscar recursos em fundos nacionais de mobilidade, bem como a Prefeitura ter mais credibilidade e garantia na contrapartida sem comprometer o Tesouro Municipal, ou seja, a chamada fonte 00 com receita básica da arrecadação de impostos e transferências constitucionais”, explica o gestor da pasta.
Segundo Sérgio Carneiro, outra vantagem é que estes recursos serão alocados em um Fundo Municipal de Mobilidade Urbana, o FMMU, a ser estudado e regulamentado pelo prefeito Colbert Filho.
“As aplicações serão específicas assim como ocorrem no Fundeb, que atende a Educação Básica, e o Fundo Nacional de Saúde (FNS) gestor financeiro dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS)”.
A expectativa, segundo o Governo Federal, é investir ou financiar R$ 33 bilhões até 2026 em novos projetos de transporte coletivo por todo o país – como corredores exclusivos de ônibus, de BRTs (Bus Rapid Transit) e ônibus elétricos.
A ausência de um Fundo de Mobilidade em Feira impedia, por exemplo, o acesso a linhas de crédito ou programas nacionais, como o PNAMI (Programa Nacional de Assistência à Mobilidade dos Idosos em Áreas Urbanas) que subsidia o direito a gratuidade nos transportes coletivos urbanos para maiores de 65 anos.
Outro exemplo é o Pró-Cidades que já destinou cerca de R$ 4 bilhões, entre 2019 e 2022, aos estados e municípios brasileiros. O programa visa financiar a implantação e desenvolvimento de soluções e ferramentas tecnológicas vinculadas a gestão urbana, mobilidade e transportes urbanos no âmbito do conceito de cidades inteligentes.
Ainda neste rol, o Programa Avançar Cidades voltado ao transporte público, transporte não motorizado (transporte ativo), à elaboração de planos de mobilidade urbana municipais e metropolitanos, estudos e projetos básicos e executivos. Os recursos disponibilizados são de financiamento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
“Temos outra oportunidade, através do Pró-Transportes, de melhorar e investir em ações de implantação, ampliação, recuperação e/ou qualificação de vias urbanas”, pontua o secretário.
Os programas nacionais de fomento à mobilidade urbana conferem aos municípios brasileiros soluções de acessibilidade ao cidadãos, incluindo pessoas com mobilidade reduzida e os grupos populacionais mais vulneráveis (idosos e crianças), além de melhoria da segurança rodoviária com diminuição do número de acidentes, redução de congestionamentos e, consequentemente, dos efeitos nocivos (ruído, poluição do ar, gases de efeito estufa e acidentes), aumento da eficiência energética e redução do tempo consumido em deslocamentos.
Mega-Sena Homem terá que dividir prêmio milionário da Mega-Sena com a ex
Nova UPA Nova UPA reforça assistência à saúde no distrito de Humildes
Benedito Ruy Benedito Ruy Barbosa morre aos 95 anos em São Paulo
Agêcia Dino Água de coco ganha espaço no consumo saudável no Brasil
Alerta DNIT alerta para interdição temporária no acesso à BR-324 nesta terça-feira (07)
Retorno Retorno da Avenida Noide Cerqueira ganhará controle inteligente para melhorar a fluidez do trânsito Mín. 16° Máx. 28°
Mín. 17° Máx. 30°
Tempo limpoMín. 17° Máx. 29°
Tempo limpo