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Idosa que teve perna amputada após acidente com ônibus da empresa Rosa passa por dificuldade financeira

A vítima ainda se depara com inúmeras dificuldades financeiras, além de não ter recebido nenhum valor da empresa para custeio de tratamento desde o acidente.

13/02/2023 08h55 Atualizada há 3 anos
Por: Carlos Valadares
Foto: Carlos Valadares
Foto: Carlos Valadares

Após 7 anos do acidente em que um ônibus da empresa Rosa, em Feira de Santana, atropelou Maria Pereira Vitória da Silva e ocasionou a amputação de uma das pernas da idosa, a vítima ainda se depara com inúmeras dificuldades financeiras, além de não ter recebido nenhum valor da empresa para custeio de tratamento desde o acidente. 

O atropelamento aconteceu na Avenida Senhor dos Passos, centro de Feira de Santana. A idosa na época tinha 65 anos, hoje com 71 anos, Maria Vitoria ainda espera pelo resultado do processo que tramita na 6ª vara de feitos em Feira de Santana. 

 

"A única informação que temos é de que o processo está em andamento, mas nunca é resolvido. Minha mãe precisa de assistência, nem o pagamento do seguro do ônibus saiu". Declara Verônica Vitória, filha da vítima. 

Ainda segundo relatos de Verônica Vitória, filha da idosa, desde que aconteceu o acidente a empresa Rosa não deu nenhuma ajuda a sua mãe. "Estou aqui para fazer um apelo até mesmo para a justiça olhar com carinho o processo dela, pois é uma idosa de 71 anos, além de ter sofrido esse grave acidente não consegue ter a assistência médica que precisa, minha mãe tinha uma vida plena e hoje se encontra nessa situação dependendo dos outros", desabafa. 

A filha da vítima pede ajudar, pois, a sua mãe vive em cima da cama, usando fralda descartável, além de todos os remédios de diabete e hipertensão que faz o uso diário. " Ela teve uma das pernas amputadas e a outra quebrada em dois lugares, atualmente ela vive em cima da cama e me deixa preocupada essa situação, pois ela está engordando e eu preciso dar uma condição de vida melhor para ela. Sou eu sozinha, não posso sair para trabalhar, não tenho condições de colocar uma pessoa para trabalhar, além do que um cuidador de idosos atualmente cobra mais de um salário mínimo", salienta. 

A filha da idosa ainda relatou que sua mãe acaba recebendo menos de um salário mínimo, pois foi necessário recorrer aos empréstimos para que ela fosse levada a médicos particulares.

Com informações: Carlos Valadares 

Por: Mayara Silva

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