Como parte das ações voltadas à segurança alimentar e à assistência social, o município de Ipacaetá passou a oferecer 200 refeições diárias para pessoas em situação de vulnerabilidade social por meio do projeto Comida no Prato. A iniciativa integra o programa Bahia Sem Fome, do Governo do Estado, em parceria com a Prefeitura, e foi destacada durante a reinauguração da Cozinha Comunitária, um dos marcos das comemorações pelos 64 anos de emancipação política do município.
De acordo com a secretária de Assistência Social, Keila Piaggio,o projeto foi estruturado para atender, durante um ano, pessoas previamente identificadas pelos serviços socioassistenciais do município.
"O Comida no Prato é um projeto de alimentação que nasceu da iniciativa do Bahia Sem Fome, em parceria com o município. Estamos ofertando, durante um ano, 200 refeições diariamente, de segunda a sexta-feira, para pessoas em situação de vulnerabilidade social referenciadas pelo CRAS e inscritas no Cadastro Único", explicou.

A seleção dos beneficiários foi realizada por meio de busca ativa. Equipes da assistência social visitaram as famílias para identificar aquelas que mais necessitavam do benefício.
"Fizemos inicialmente a busca ativa com base no Cadastro Único. As assistentes sociais realizaram visitas domiciliares e efetuaram o cadastro das pessoas em maior situação de vulnerabilidade", afirmou a secretária.
Segundo Keila Piaggio, o levantamento contemplou 200 pessoas, e não necessariamente 200 famílias, já que um mesmo núcleo familiar pode possuir mais de um integrante beneficiado.
A secretária também ressaltou que a reinauguração da Cozinha Comunitária simboliza o compromisso da gestão municipal com o cuidado às pessoas que mais precisam.
"Como destaquei no discurso, esta é uma gestão que tem como prioridade cuidar das pessoas. Alimentar quem mais precisa também é uma forma de cuidar", disse.
Keila atribuiu o fortalecimento das ações sociais ao apoio da administração municipal, destacando a sensibilidade do prefeito Júnior Piaggio na aprovação e execução dos projetos sociais.
"Com o gestor que temos, fica muito mais fácil trabalhar. Ele é uma pessoa sensível e sempre apoia os projetos voltados para quem mais precisa. Isso fortalece o trabalho da assistência social e amplia o alcance das políticas públicas no município."
Apesar da boa estrutura da sede municipal, a secretária lembra que a realidade da zona rural exige atenção constante do poder público.
"Temos uma zona rural muito extensa e muitas famílias vivem em situação de vulnerabilidade. Muitas vezes essas pessoas nem conseguem se deslocar até o CRAS para solicitar ajuda ou uma cesta básica. Por isso a busca ativa é tão importante, pois leva a assistência até quem realmente precisa", concluiu.
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