Foto: Carlos Valadares
O Centro de Convenções de Feira de Santana foi palco, na noite desta sexta-feira (23), da 14ª edição do Festival de Sanfoneiros, promovido pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Este ano, o evento homenageou o músico André Galdino, o Baio do Acordeon, e os “50 dos Bambas do Nordeste”, em uma celebração à tradição, ao talento e à diversidade da música nordestina.
Foto: Carlos Valadares
Com uma diversidade musical que misturava sons, ritmos e acordes, o público pôde navegar em memórias, histórias e no melhor da cultura nordestina. Os artistas, vindos de todo o país, fizeram bonito, tocando, cantando e encantando. Foi o caso, por exemplo, de Jean Panisson, que veio do Paraná para mostrar, de forma brilhante, a sua arte. Agora, na volta para casa, além do carinho e admiração do público, ele leva também o troféu do festival e uma premiação generosa de R$ 5.500.
Foto: Carlos Valadares
A reitora da UEFS, Amali Mussi, destacou o cuidado e a dedicação na organização do evento. “A preparação para esse 14º Festival iniciou já no ano passado, quando terminamos o 13º. E o Festival sempre traz novidades. Hoje, temos um novo formato, com transações culturais, troca de culturas e apresentações, e finalizando com um show de Lívia Mattos. Essa preparação foi muito pensada para brindar Feira de Santana e o Estado da Bahia com a cultura popular no que ela tem de melhor: a valorização do seu povo”, afirmou.
A presença do público foi um dos pontos altos da noite. “O povo compareceu em massa. Tá lindo de emocionar”, declarou Amali, entusiasmada. Para ela, a realização do festival no Centro de Convenções foi essencial para o sucesso do evento. “A localização e toda a estrutura do espaço contribuíram para valorizar ainda mais o Festival.”
Durante o festival, nove sanfoneiros foram selecionados para se apresentar. Segundo a reitora, a escolha é feita por meio de um processo rigoroso: “Temos uma comissão organizada e um corpo de jurados que, ao longo do ano, acompanham as etapas do processo seletivo, que dura de três a cinco meses, até chegar à classificação final.”
O compromisso da UEFS com a cultura também se reflete no apoio aos participantes. “Trazemos todos, do Rio Grande do Sul ao Amazonas, oferecendo transporte, ajuda de custo para hospedagem e alimentação. Para nós, a cultura, que é um poder de transformação humana, não tem preço”, concluiu a reitora.
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