Foto: Carlos Valadares
A Prefeitura de Feira de Santana lançou, nesta segunda-feira, uma campanha para conscientizar a população sobre o uso do cordão de girassol. O acessório é utilizado para identificar pessoas com deficiências ocultas, como fibromialgia e anemia falciforme, que muitas vezes não são percebidas à primeira vista. O objetivo da campanha é ampliar o respeito à prioridade dessas pessoas em serviços e estabelecimentos, evitando situações de preconceito e desinformação.
A presidente do Conselho da Pessoa com Deficiência, Rosilene de Costa, explicou a importância da iniciativa e detalhou como o cordão pode ser obtido:"Essa campanha é para divulgar que todas as pessoas saibam que, quando alguém está com o cordão de girassol, trata-se de uma pessoa com deficiência. Não é apenas para fibromialgia, mas também para anemia falciforme e outras condições que não são visíveis. Muita gente não respeita a prioridade porque a deficiência não é aparente."
Foto: Carlos Valadares
Rosilene também destacou o processo para adquirir o cordão e a carteira de identificação. "Atualmente, é preciso apresentar um atestado médico e solicitar a carteira na Secretaria de Saúde. Por enquanto, as pessoas têm comprado o cordão de girassol, mas a partir de 2025 a prefeitura deve providenciar o acessório juntamente com a carteira oficial."
Ela ressaltou ainda as dificuldades enfrentadas por pessoas com essas deficiências no transporte coletivo e em locais públicos devido ao preconceito. "É um preconceito muito grande, porque, por fora, a pessoa parece normal, mas por dentro está sentindo muitas dores, tem depressão e, em alguns casos, até vontade de suicídio. Isso ocorre com a fibromialgia, mas também com a anemia falciforme, que causa muitas dores e problemas de saúde. Essa campanha é justamente para alertar que nem toda deficiência é visível."
A fibromialgia, segundo Rosilene, é uma doença crônica que afeta majoritariamente as mulheres, mas pode surgir em qualquer idade. "Não tem cura, mas existem tratamentos para melhorar as dores. Temos casos de pessoas com apenas 12 anos convivendo com a doença."
Com informações: Carlos Valadares
Por: Mayara Nailanne
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